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O álbum BORDEJO chega nas plataformas digitais de música, trazendo novas canções gravadas na base 'violão e voz'. Elas trazem relatos que surgiram a partir de passeios e viagens realizadas ou imaginadas. A atmosfera é “acústica” e “intimista” (como se convencionou dizer), com músicas para ouvir em estado de quietude, em um convite à serenidade reflexiva, à valorização da poesia. Nele, sigo perseguindo meu intento de, através desse artesanato dos sons, exaltar a vida e suas contradições, a simplicidade e sua intrínseca sofisticação.
Um amigo comentou que, ao ouvir as gravações, teve a sensação de estar na mesma sala de onde eu estava a tocar. Achei bacana essa constatação. Tomara que isso seja sentido por mais ouvintes e que possa se tornar uma característica marcante e benfazeja desse trabalho.
O disco conta com algumas com ilustres participações:
Sol Donati (voz),
Luiz Mauro Filho (piano) e
Zé Ramos (guitarra).
Além de músicas que compus integralmente, o álbum traz parcerias com Necka Ayala, Sol Donati, Alexandre Vieira, Luiz Mauro Filho e uma que foi feita sobre um poema de José Martí.
O “disco” está também na página mariofalcao.bandcamp.com, site onde pode-se escutar, ver a ficha técnica das gravações e acompanhar a letra e, se quiser, comprar as faixas ou o álbum inteiro (para download).
Deixo aqui meus agradecimentos a todos parceiros e músicos participantes e também aos talentosos aportes profissionais de Tiago Becker (engenheiro de som), Caco Argemi (foto) e Cármen Nunes (arte).
Sobre as músicas:
1. MENOS OU MAIS (música de Mário Falcão, letra de Necka Ayala)
Menos ou mais - canção que abre o álbum. Alguns anos se passaram desde que Necka Ayala me apresentou a letra para musicar. Custei bastante para encontrar o modo adequado para harmonizá-la ao violão e só recentemente me senti satisfeito com o que vinha fazendo. Então, percebi que estava pronto para gravá-la.
NÃO QUEIRA QUE EU TE QUEIRA BEM
QUEIRA QUE EU TE QUEIRA MAIS
E DE ONDE ESTAS VEJA TAMBÉM
QUE QUANTO MAIS ESPERAS, MENOS TRENS
NÃO PEÇA QUE EU TE DEIXE EM PAZ
NÃO MEÇA AMOR QUE NÃO SE FAZ
E PR'ONDE FOR LEVE TAMBÉM
UM TANTO DE VONTADE DE VOLTAR
NÃO DEIXA QUE EU DEIXE PRA LÁ
FAÇA COM QUE EU FAÇA MAIS
E QUANDO FOR DEIXA TAMBÉM
UM GOLE PRA MAIS TARDE – A SEDE VEM
E APAREÇA SEM QUERER
JUSTO QUANDO EU MAIS QUISER
QUANDO VIER, VEJA MEU BEM
QUE QUANTO MAIS SE ENTREGA, MAIS SE TEM
2. BORDEJO (música e letra de Mário Falcão)
Bordejo é um poema em bossa que homenageia o Rio de Janeiro, suas curvas quentes, sua flora, sua “fauna” cultural. Traz à lembrança que, há poucos séculos, todo aquele esplendor era habitado apenas por povos originários, e que, ainda hoje, vários locais do RJ guardam nomes em Tupi.
PEDRA, PÉ, ARPOADOR
BONDE DO IMPERADOR
BORDEJANDO CURVAS EM BRASIL
FLUMINENSE BEIJA FLOR
TOM JOBIM, NOEL, SINHÔ
UM JARDIM BOTÂNICO BRAVIO
FOTO, VIDEO, GRAVADOR
DA JANELA MEU AMOR
DOCE PÃO NA MÃO DE QUEM NÃO VIU
TUDO LÁ TUPINAMBÁ,
GUARATIBA, IRAJÁ
INHAUMA, JACAREPAGUÁ
ASA DELTA, GIRASSOL
ZUM DE CIRCO VOADOR
REDENTOR PLANANDO...
3. SANTIAGO (música e letra de Mário Falcão)

Santiago é o nome do personagem de Ernest Hemingway que protagoniza a novela “O velho e o mar”. Ocorreu que, após leitura, percebi que há um momento do livro (que para mim foi o ápice da sensibilidade emprestada ao seu enredo) em que o pescador se identifica com o peixe que está sendo fisgado. Ao constatar que o peixe é grande e que, por isso, deve ser tão idoso quanto ele, Santiago se identifica e sente dó do animal e, por instantes, hesita em prosseguir com a pescaria...
SANTIAGO TEVE PENA DO PEIXE QUE COMEÇARA PESCAR
ERA PEIXE, ERA LUA, ERA MAR
AMARELA BARRA DO AMANHECER, SEU PENSAMENTO MAREIA
REFLETIA PERFEIÇÃO DO UNIVERSO, MISTÉRIOS DO FUNDO DO MAR
QUANTO O BARCO DÁ NA PRAIA
ERA ÁGUA, ERA AREIA, ERA AMOR
ERA PEIXE, ERA LUA, ERA MAR
4. FRÁGIL PAISAJE (música de Mário Falcão e letra de Sol Donati)
Frágil paisaje é fruto de interação à distância. Conheci a artista Sol Donati em uma live durante a pandemia. Sol, além de escritora, é uma ativista incansável que vive em La Pampa argentina. Após fazer a harmonia e melodia desta música, pedi para ela contribuir com a sua rica poética, que “bebe” nas mesmas fontes que saciaram Athaualpa Yupanqui e tantos outros expoentes da cultura do interior daquele país.
SIN PAUSA OSCURECIÓ
SU AURA RUBIO TRIGAL.
NO SIMULÓ EL ADIÓS.
SE DICE QUE ESBOZÓ
COMO VOCABLO FINAL
GESTO SUTIL
Y AHONDÓ ENTRE LAS SOMBRAS.
AL ALBA DESPERTÓ
SIN LA PRESENCIA RITUAL.
¿QUÉ SERÁ DEL AMOR?
SI EMPALIDECER O NO
ANTE LA AUSENCIA REAL
SÓLO SERÁ BREVE REFLEJO
ANTE LA INQUIETA SOLEDAD.
DEMASIADO ES EL SOL.
HOJARASCA LA FE.
LA TRAMA SE CERRÓ
YA NO LOGRA ENTRELAZAR
NI PRESAGIAR EL HOY.
EN TINTA CONFESÓ
SU ESTRECHO SENTIPENSAR.
NO REPARÓ EL DECIR.
SE SABE QUE ESBOZÓ
EL MANIFIESTO FINAL:
¨DONDE HAY AMOR
FECUNDA LA LIBERTAD¨
VAGAMUNDO DOLOR.
AGÓNICO DESPUÉS.
TARDE PARA ABRASAR
LAS PAVESAS DEL AYER.
FRÁGIL PAISAJE.
5. INTERIOR (música de Alexandre Vieira, letra de Mário Falcão)
Interior recebeu seu primeiro registro no álbum “Novo”, do parceiro Alexandre Vieira, onde a música é cantada por Débora Dreyer e um grupo vocal. Após o falecimento do amigo, Janaína Lobo me presenteou com a viola brasileira (caipira) do Ale – uma recordação que guardo com carinho e que já me proporcionou muitos aprendizados. Entendi que nossa parceria poderia ficar bonita e “afinar” com a instrumentação da viola. Foi a primeira música a ser gravada neste trabalho, impulsionando a criação do álbum e homenageando as tantas trocas com este parceiro amigo.
CHUVA PASSOU,
DEIXANDO AQUI
CHEIRO DE SI
SOL LEVANTOU MAIS DE UMA VEZ
A SENSATEZ EMBALANÇOU
ENTREI NO MAR
DA SOLIDÃO
ÁVIDA MÃO
FICOU NO AR QUAL BEIJA-FLOR
CHEIRO DE AMOR PRA DAR
EU ME VIRO, SIGO SÓ
SÓ COMIGO, MULTIDÕES
PÉS EM OUTRAS DIREÇÕES
LEVANTANDO PÓ
ENVEREDO RUMO SUL
NÃO PERGUNTO ONDE VAI
NA ESTRADA DEUS É PAI
PEGO CÉU AZUL
NÃO SEI CAMINHO CERTO
POSSO ERRAR FELIZ
LEVO DESTINO ABERTO E CICATRIZ
ESPREGUICEI O TEMPO
POUSADO PRA VOAR
ABRE ALAS, TÔ QUERENDO CHEGAR
NO ACONCHEGAR INTERIOR
6. COM AS CORES DE UM SONHO (música de Luiz Mauro Filho e letra de Mário Falcão)

Com as cores de um sonho, minha segunda parceria com o maestro Luiz Mauro Filho (a primeira é “Olhar Siamês”, EP ‘Feito em casas’, de 2023). O poema imagina a chegada e a integração de um imigrante em nossa Abyayala.
CHEGOU DO OUTRO LADO DO MAR
SEM NUNCA ENTENDER O QUE VIU
PENSAVA NEM ACREDITAR
NO TANTO QUE A VIDA PARIU
JOGOU SEU RECEIO PRO CÉU
BULINDO COM A IMENSIDÃO
DE ALMA PINTADA
COM AS CORES DE UM SONHO
DEIXOU VIR O TRANSE
DANÇANDO SEM PLANOS
NA FESTA DO SOL
7. O AGORA É O MELHOR LUGAR (música e letra de Mário Falcão)
O agora é o melhor lugar é uma canção que fala sobre ancestralidade, saudade, brinca com os nomes das avós e presenteia uma filha que mora longe.
CLARA BONITA
MANHÃ DE VESTIDO DE CHITA
TARDE QUE INVADE, SAUDADE, LUAR
DIAMANTINA
PRAIANA, AREIA MAIS FINA
NA ONDA, NO VENTO, NA SOLA DO PÉ
BLANCA BANDERA
DO AFETO E DA PAZ
DRIBLA CILADAS,
NANÃ
ONÇA PINTADA
NA PORTA DO SOL
O AGORA É O MELHOR…
Citação final: “na beira da praia, ouvindo a pancada das águas...”
8. CULTIVO UMA ROSA BRANCA (música de Mário Falcão sobre poema de José Martí)
Cultivo uma rosa branca surgiu quando entrei em contato com os poemas de José Martí (Cuba). A versão que compus serviu como estímulo para a realização do álbum “José Martí em canto”, produzido pela ACJM-RS, onde vários artistas compuseram músicas sobre a obra do escritor cubano. Com esta canção, realizamos shows no Brasil, Cuba e Uruguai.
CULTIVO UMA ROSA BRANCA
EM JULHO COMO EM JANEIRO
PARA O AMIGO VERDADEIRO
QUE ME ESTENDE A MÃO FRANCA
E PARA AQUELE QUE ARRANCA
O CORAÇÃO COM QUE VIVO
CARDO, URTIGA NÃO CULTIVO
CULTIVO UMA ROSA BRANCA
CULTIVO UNA ROSA BLANCA,
EN JULIO COMO EN ENERO,
PARA EL AMIGO SINCERO
QUE ME DA SU MANO FRANCA.
Y PARA EL CRUEL QUE ME ARRANCA
EL CORAZÓN CON QUE VIVO
CARDO NI ORUGA CULTIVO:
CULTIVO LA ROSA BLANCA.
Trago por aqui a nova de que já é possível aceder – nas plataformas digitais – as músicas do EP “Feito em Casas”. Inicialmente, havia pensado em “engordar” esse punhado de canções, até que atingisse o status de “álbum”… Mas tanta coisa aconteceu e deixou de acontecer nesse tempo louco em que vivemos - entre pandemias e pandemônios -, que resolvi deixá-lo assim mesmo como ele quedou, um registro do que conseguimos aprontar nessa época de máscaras e aflições.
Tudo começou com a faixa EQUILÍBRIO. Ela foi o protótipo para o esquema de produção aplicado naquele período de isolamento, com cada um dos profissionais envolvidos operando dentro de suas moradias. Ela apareceu primeiro como “single”. No site mariofalcao.com.br deixei algumas impressões sobre a canção que, agora, abre o EP: “O tema me é fascinante, talvez por representar uma tendência natural. Dizem que o universo é o caos em certa ordem ou que é feito de doses equilibradas entre bagunça e calmaria. Vivemos num tempo e lugar onde há brutais desequilíbrios. E forças que reagem incansáveis na tentativa de, no mínimo, pensar ‘outro mundo possível’. A letra passeia de forma lúdica por ‘imagens de equilíbrio’, desde o mais simples, como aquele de que precisamos para caminhar. Ou daquele que nos garante alguma paz. O respeito à diversidade, por exemplo, é condição que possibilita o equilíbrio inerente ao convívio em um mesmo território. A ideia da letra também é a de colocar luzes na potência da palavra em foco e em suas ramificações semânticas.” Quanto à performance musical da gravação, prefiro ouvir os comentários de vocês, mas faço o destaque para a guitarra solo do mestre Zé Ramos, que desde a primeira vez que escutou essa canção – naquele dia, tocada só com voz e violão – me disse que “ouvia coisas” por ali...
A sequência de acordes da harmonia inicial da canção JEREBA começou a surgir na praia do Cassino. Era um grupo de acordes graves, com um tom “escuro”. Ao reler e, digamos, entrar “em conexão” com o texto escrito por Tom Jobim na contracapa do LP “Urubu”, resolvi fazer uma homenagem, uma releitura da ideia central daquela prosa poética em forma de letra de música. Do texto original pincei vários nomes e apelidos que identificam o urubu-de-cabeça-vermelha – urubupeba, camiranga, jereba, gameleira – palavras que Tom Jobim catalogou em suas pesquisas sobre o Brasil profundo. Na parte instrumental deste tema, resolvi evocar uma frase musical de nosso maestro soberano – pode ser ouvida no toque da flauta tocada por Ianes Coelho e no piano tocado por Luiz Mauro Filho.
E por falar no grande Luiz Mauro Filho, registramos nossa primeira parceria: OLHAR SIAMÊS, música dele e letra minha. O mestre Luiz me brindou, certa feita, com dois temas, dois desafios. Um deles consegui “letrar”. O outro, ainda quero… Neste ora divulgado, a ideia da letra era, primeiramente, de não atrapalhar a beleza musical do conjunto melodia/harmonia oferecido. Me dirigi então, para o lado “reflexivo” que a música me sugeria. Como acho enfadonho explicar letra de música, deixo aqui aos ouvintes a possibilidade de encontrar os caminhos interpretativos ao seu bel prazer.
Logo em seguida vem a faixa BRISA, onde também apareço como autor da letra para a bela música de autoria de Zé Ramos. Quero compartilhar aqui com vocês uma curiosidade: no arranjo inicial, havia também violão, tocando a harmonia de base. Porém, inspirado nos arranjos minimalistas de um álbum de que gosto muito (“The Book of Chet”, de Luciana Souza), resolvi experimentar subtrair a base do violão, deixando que a harmonia fosse executada pelos instrumentos que chegaram depois, ou seja, no entorno daquele toque de violão que apenas serviu como “guia”. Bueno, ouve lá, confere se a música ganhou leveza, como a brisa ali cantada.
NOSSO CANTO é uma canção que surgiu a partir de minha participação como músico convidado da Escola Projeto no ano de 2020. A ideia era aproximar o universo da cultura Mbya Guarani e as crianças, de maneira que elas pudessem cantar junto, tal como as crianças Mbya costumam fazer nos corais de suas comunidades. Foi pensando em nossos ancestrais indígenas que elaborei as quatro estrofes da letra, todas começando com um dos quatro elementos da natureza (água, fogo, terra e ar) e ampliando para outros componentes formadores de sua rica cultura.
Pois então, espero que desfrutem.
Gratidão por acompanharem.
Saúde!
Deixo aqui a ficha técnica do EP e alguns links para ouví-lo:
Feito em Casas
Mário falcão – composições, voz e violão;
Ricardo Arenhaldt – bateria e percussão;
Everson Vargas – baixo;
Zé Ramos – guitarra, autor da música “Brisa” (letra de M. Falcão);
Luiz Mauro Filho – teclados, autor da música “Olhar Siamês” (letra de M. Falcão);
Fernando Sessé – percussão e efeitos eletroacústicos;
Ianes Coelho – flauta;
Tiago Becker – mixagem e masterização (quatro primeiras faixas);
Leo Braga: programação, mixagem e master (faixa 'nosso canto').
Bandcamp https://mariofalcao.bandcamp.com
Deezer https://deezer.page.link/2mMVz2592rbiVqUn9
Apple Music /https://music.apple.com/br/album/feito-em-casas-ep/1671076902

(2024) álbum. Participo nas faixas "Kids e teens" (co-autoria, programação, guitarra e voz), "Niña" (charango) e "Rota de navegação" (violão).
(2024) Álbum. Composições de Raul Boeira. Participo como parceiro (musical) nas canções "Floricultura" (faixa 04) e "Paradouro" (faixa 10).
(2022) álbum. Participo das faixas 2 ("Guardiián del pueblo", com voz) e 4 ("Paysa Colón", na co-autoria, guitarra e voz).
(2022) álbum. Participo como autor - música: "Oração" (faixas 1, 5 e 9).
(2020) álbum. Participo como co-autor na música "Imensidão" (faixa 5).
(2020) álbum. Participo como co-autor e cantor na faixa "Chama-me" (Alexandre Vieira/Mário Falcão) e como instrumentista nas faixas "Pedro e Bando" (voz) e "Corações e Mentes" (voz e guitarra).
(2017) CD e LP de Alexandre Vieira. Participo como cantor e co-autor na faixa "No vai e vem das cordas"(que tem como parceiros Alexandre Vieira e Carlos Patrício) e, como co-autor na faixa "Interior", parceria com Alexandre Vieira.
(2016) álbum. Participo como cantor e compositor na faixa "Santiago" e, como autor na faixa "Chama-me", parceria com Alexandre Vieira.
(2016) álbum que divido com o parceiro uruguayo Sebastián Jantos.
(2014) DVD onde participo como um dos entrevistados e, nos extras, cantando as músicas "Taim" (minha) e "El Libro de tu piel" (de Sebastián Jantos).
(2014) DVD. participo como co-autor nas faixas 1 (Chocolate) e 6 (Chuvinha), e como autor nas faixas 7 (Canto de Março a Abril) e 9 (Oração).
(2014) participo como autor das músicas, arranjo, voz e violão nas faixas 4 ("Cultivo uma Rosa Branca") e 8 ("Yo Vengo de Todas Partes") e como arranjador e instrumentista na faixa 13 ("El Rayo Surca").
(2013) participo como co-autor das faixas 3 ("Efêmera") e 6 ("Tentação").
(2012) com 3 faixas do álbum Muamba
(2011) álbum do compositor uruguaio Sebastián Jantos. Participo cantando na faixa 3 ("Êpa ô").
(2012) compilação lançada no Japão pelo selo Après-Midi Records. A faixa 15 é a música Dança dos Laços de Fita, com a gravação original do CD AMADOR.
(2009) participo como instrumentista - violão nas faixas 1, 4, 5 e 7; guitarra elétrica na faixa 3.
(2008) co-autor da faixa "Com o azul nos olhos" (Mário Falcão/Raul Boeira), interpretada por Barbara Mendes.
(2005) participação na faixa "Água e Fogo" (voz e guitarra).
(2005) participo como co-autor e cantor na faixa "Chama-me" (Alexandre Vieira/Mário Falcão) e como instrumentista nas faixas "Pedro e Bando" (voz) e "Corações e Mentes" (voz e guitarra).
(2004) CD recebeu dois troféus do Prêmio Açorianos de Música - Melhor Disco e Melhor Compositor / MPB.
(2004) CD que tem como tema a capital gaúcha. "Quando te vi" (parceria com Cármen Nunes) foi nossa contribuição.
(2002) com músicas de João Nogueira, Noel Rosa, Nelson Coelho de Castro, Carlos Patrício, Zé Caradípia, Johann Alex de Souza e uma de minha autoria ("Off line"). Também canto na faixa "Sol-luar do Mar-Sertão", e toco violão e guitarra em outros temas.
(2002) CD duplo, reunindo ampla mostra da cena independente de Porto Alegre e uma canção especialmente composta por Tom Zé para o Fórum Social Mundial. Participo com a música Curiosidades, gravada pelo Mário Falcão Quarteto.
(2001) CD de dez anos de carreira do cantor e compositor Mano Borges. Sou co-autor da faixa 15, Subamericanos.
(1998) CD que traz adaptações de mantras milenares (em Sânscrito) e peças instrumentais. Nele, participo como compositor da música título (Rudráksha), na adaptação de mantras e como cantor e instrumentista (violão).
(1995) participo como parceiro nas composições ("Copo D'água" e "Calma"), também atuo como cantor e instrumentista (violão e guitarra) em outras faixas.
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